Ives Accosta Pesquisa Pra Vc!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sexta-Feira 13, Dia do Beijo e Véspera de meu Aniversário. Tudo de bom!


Hoje é um dia muito especial. Ao menos pra mim. É Sexta-Feira 13, dia do Beijo e véspera do meu aniversário.
Pra mim o dia 13 sempre foi especial, finalização de uma etapa para iniciar outra, com outros projeto, desejos e realizações. Sexta-Feira é maravilhoso, marca a liberdade do fim de semana, de poder curtir com os amigos e aproveitar o que a vida tem de melhor. Sexta-Feira 13?? Meu Deus, sempre me trousse sorte, ao contrário do que muitos alegam, que é dia de azar. Pra mim sempre foi fabuloso graças a Deus. Sempre me aconteceram coisas ótimas na sexta-feira 13.
Beijar na boca? Amo de paixão. O beijo me cativa, me conquista, se colar então, perfeito, logo eu vicio.

Vamos entender um pouquinho dessas lendas e desse prazer que é beijar na boca:

História do beijo:
“Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aosdeuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
No latim, beijo significa toque dos lábios.”


História da Sexta-Feira 13:
“O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.
Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.”

Agora imagina juntar tudo isso num dia só?! Imagina minha satisfação!
Ainda mais em um dia como hoje que pra mim foi pra lá de especial. Amanhã inicia-se uma nova etapa da minha vida. Novos projetos, novo modo de ver a vida, novas atitudes, novas conquistas, acompanhado é claro das melhores pessoas!

Bom Fim de semana a todos!

Ives Accosta
Fonte de pesquisa: Wikipedia

Esmola e comida para pedintes. Dar ou não dar?


Hoje eu acordei indignado e com mais uma polêmica do nosso cotidiano.
Sou muito centrado nas minhas decisões, muito disso puxei da sensatez que minha mãe me passou, de seu caráter.
Eu não dou nem dinheiro e nem comida a pedintes, na rua ou onde for. Muitos vão me achar que não tenho coração, nem princípios. Mas é justamente o contrário. Meus princípios não me permitem a isso e isso vem de muito longe!
Lembro-me de uma época, tão distante quanto (sic), lá pras bandas do Cruzeiro Novo, URV (meu Deus to velho assim?), em que tinha meus 7 ou 8 anos, eu e minha mãe na calçada esperando ônibus na Leopoldino de Oliveira, quando um senhor pediu dinheiro à minha mãe. Enfim ela deu e ai que vem o pior. O danado do homem simplesmente gritou com minha mãe e disse pra ela que aquilo era esmola, pouca coisa. Lembro como se fosse hoje. Fiquei revoltado e nunca mais aquilo saiu da minha cabeça.
Outros episódios aconteceram, entre eles, em dar dinheiro para comprar comida e eu ver comprando carotinho, ou dar a comida e o pedinte falar que não é porco pra comer sem carne e por ai vai.
Mas ontem foi o pior. Ao chegar do Voley com meus amigos, reparei que em frente de casa tinha um prato de comida e um copo de plástico e um gato comendo um pedaço de salsicha. Logo pensei: “Fizeram macumba pra família”. Entrei e indaguei minha mãe, quando vem a resposta de que foi ela que deu para um senhor que havia passado com fome e então ela fez uma mistura e lhe entregou com um copo de COCA-COLA.
Quase enfartei e disse: “Poxa Mãe, Coca-cola? Tem um gato comendo a salsicha lá mãe”.
O infeliz nem pra comer a salsicha. Mas a coca tomou toda.
Que fome é essa? Pra que pedir se não comer?
Poxa, tirar da minha família, do meu sustendo, do nosso suor pra isso?
Quem é o ruim da história? Eu que não dou o dinheiro ou a comida ou ele que compra cachaça ou joga a comida fora?
Sei que estou cometendo um pecado, porque o que a mão esquerda faz, a direita não precisa ficar sabendo, porém isso me entristece. Será que o próximo eu vou poder dar sem ter medo de que jogue fora?
Enfim, ainda tenho minhas dúvidas e acredito que há outras formas de caridade que se possa fazer sem ser essa narrada.

Ives Accosta

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Desabafo de um Desaparecimento

Essa semana virou febre no Facebook sobre o desaparecimento de uma garota, num bairro aqui em Uberaba chamado Valim de Melo.

No começo é tudo preocupação etc, etc, etc ainda mais de uma garota de aparentemente 11 anos. Mas aos poucos os fatos vão aparecendo e sendo esclarecido e isso me deixou pensativo, da forma com que os pais criam seus filhos de hoje e pior, a forma como a escola lida com isso no dia-a-dia.Hoje em dia, (não digo o caso pois não conheço profundamente) muitos pais transferem o ato de educar para a escola e a escola, tida como segundo plano do Governo, não tem o que fazer, pois essa transferência de responsabilidade não é totalmente sua.

Agora voltando ao caso específico, vou dar meu ponto de vista sobre. O que me deixou extremamente irritado.

Em reportagem ao um jornal local, a mãe disse que regulava os horários da filha e que ela era de poucos amigos. Porém a filha faltou 11 dos 20 dias letivos do mês anterior, sem que a mãe soubesse, sem que a escola comunicasse a família e sem que ao menos um "verdadeiro" amigo desse importância a isso. E ainda tem um agravante, a mãe não percebeu, que ao menos no dia do desparecimento, a filha havia ido sem material escolar para a escola. Pelo menos foi assim que entendi na entrevista.

Agora me responde, a mãe que disse regular os horários da filha, não acompanhava a atividade escolar da mesma? isso é obrigação de pai. Minha mãe fazia isso todos os dias comigo. Olhava tarefas, se tinha copiado matéria do quadro e etc. Porque a escola não comunicou a família sobre as faltas frequentes da mesma?? E esses poucos amigos que ela devia ter? Nenhum ia na sua casa ou se preocupava com suas frequentes faltas?? 

Agora vem o desfecho. 

Ontem a garota ligou pra mãe de número confidencial e disse que estava na casa de uma "amiga" (muito amiga por sinal), dizendo estar "bem" e que não tinha previsão de voltar pra casa. E a mãe dessa amiga?? como que ficar? Vai permitir isso? E que amiga é essa? De quem é a responsabilidade? 

Essa é a grande pergunta. Como era o convívio dessa menina com a família?? A Polícia Civil entrou no caso, lógico. Em breve veremos os desdobramentos. Fatos como esse que deixam casos sérios de sequestro, desacreditados...


Ives Accosta


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Interrupção da gravidez de anencéfalos



Começou hoje, no STF (Superior Tribunal Federal), um debate muito polêmico que envolve aborto. Mas esse debate hoje é mais complexo ou não dependendo do ponto de vista. Trata-se do aborto de crianças anencéfalas, bebês que nascem sem cérebro.

No Brasil, aborto é crime, sendo permitido apenas em duas situações, em caso de estupro e risco de vida materna. Caso seja votado a favor, abriria-se uma terceira via que é a má formação cerebral do feto.

A polêmica gira em torno de que, sobre a opinião da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entre outros órgãos religiosos, é de que "o princípio mais importante é o de que a vida deve se encerrar apenas de forma natural."
Já a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS), defende o aborto quando há má formação cerebral na gestação e foi através dessa entidade que essa ação chegou ao STF em 2004.
Outro ponto polêmico é de que Juristas apontam que a vida acaba quando há morte cerebral. É a partir desse princípio que se autoriza a doação de órgão e desligamento de aparelhos daquelas pessoas que estão em CTI, UTI ou morte instantâneas.
A partir desse princípio que os juristas entendem que, como o anencéfalo nunca teve vida cerebral, ela juridicamente não está viva e não são a favor da terminologia aborto, preferindo então "interrupção da gravidez" ou "antecipação do parto".

Vamos lembrar que essa votação histórica, significa que dá o direito da mãe escolher se quer ou não interromper a gravidez, sem que precise recorrer ao judiciário. Vai de sua decisão, interromper ou fazer o parto e completar o ciclo até que a criança "morra naturalmente."

Essa é uma situação muito complexa, pois as decisões, independente de qual for, são muito dolorosas para a mãe. Primeiro que se ele continuar e quiser completar o ciclo, na grande maioria das vezes a criança morre na mesma data do nascimento, sendo raro quando duram dias ou semanas. Sem essa votação, a mãe teria que passar pelo "constrangimento", vamos assim dizer, de ter que fazer o atestado de nascimento e o atestado de óbito da criança, em alguns casos o atestado de natimorto, que é quando a criança já nasce morta.
Segundo que se ela decidir pelo aborto, ou melhor, dizendo, pela antecipação do parto, de certa forma se gera um conflito e rompe-se aquela expectativa de ser mãe, entre outros transtornos, porém evita riscos à saúde da mãe.

Não quero expor aqui minha opinião, pois como em outros temas, é um tabu muito grande a ser discutido. A intenção é informar e deixar claro que temas como esses devem ser discutidos com a sociedade, para que nos tornemos cada vez mais democráticos.

Ives Accosta

Fontes de pesquisa:
http://www.ufrgs.br/bioetica/abortobr.htm

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/04/11/comeca-sessao-para-julgar-interrupcao-da-gravidez-de-anencefalos-no-supremo.jhtm

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE83A08W20120411

terça-feira, 10 de abril de 2012

Nostalgia

Observando aqui. Minha ultima postagem foi a exatamente a um ano atrás. O.o

Espero não parar mais.

Dia 14 é meu aniversário, 26 anos, to me sentindo um velhinho (sic) principalmente quando me lembro dos meus 17, 18 anos, e recordo das diversas coisas que já "aprontei" hehehehe.

Mas na verdade não é. É apenas a sensação, ou melhor, o sentimento dos quais nós todos temos de não querer "envelhecer" de continuar sempre a ser uma eterna criança.
Não gosto de pensar que estou mais velho, prefiro pensar que estou mais Maduro. Da mesma forma que não posso dizer que não me divirto como antes. Apenas me divirto com mais qualidade e mais tranquilidade. A cada dia, acompanhado, hoje e pretendo sempre, por pessoa excepcionais, aprendo a aproveitar a vida da melhor forma possível. E são essas pessoas que quero ter sempre ao meu lado!

Enfim, meus amigos mais próximos me convidaram para um Lual (Lual do Raul) dia 14 de Abril (meu aniversário) em Peirópolis. Amei o convite e tenho a sensação de que será muito especial!

Meus amigos e companheiros, Samuel Ponte, 
Gege, Marcos Borges e Thiago Cajado.

Objetivo do Blog. Será?

Nossa eu abandonei mesmo esse meu Blog... Estou pensando seriamente em voltar a utiliza-lo. Tentar dessa forma, extravasar algumas coisas das quais não posso fazer em "público". Ou seja, canalizar certos sentimentos!!

Piscinão. Gosto de passar as tardes de 5ª aqui com os amigos jogando Voley.