|¡A Vida Como Ela Não É!|
O fato é que andamos pelas ruas e julgamos as pessoas pela aparência sem conhece-las verdadeiramente, o que fazem, quem são. E quase sempre nos equivocamos. É a vida Como ela Não É!
Ives Accosta Pesquisa Pra Vc!
terça-feira, 25 de março de 2014
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Sexta-Feira 13, Dia do Beijo e Véspera de meu Aniversário. Tudo de bom!
Hoje é um dia muito especial. Ao menos pra mim. É
Sexta-Feira 13, dia do Beijo e véspera do meu aniversário.
Pra mim o dia 13 sempre foi especial, finalização de uma
etapa para iniciar outra, com outros projeto, desejos e realizações.
Sexta-Feira é maravilhoso, marca a liberdade do fim de semana, de poder curtir
com os amigos e aproveitar o que a vida tem de melhor. Sexta-Feira 13?? Meu
Deus, sempre me trousse sorte, ao contrário do que muitos alegam, que é dia de
azar. Pra mim sempre foi fabuloso graças a Deus. Sempre me aconteceram coisas
ótimas na sexta-feira 13.
Beijar na boca? Amo de paixão. O beijo me cativa, me
conquista, se colar então, perfeito, logo eu vicio.
Vamos entender um pouquinho dessas lendas e desse prazer que é beijar na boca:
História do beijo:
“Os mais
antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho,
na Índia.
Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aosdeuses.
Na Antiguidade também
era comum, para gregos e romanos,
o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova
de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que
difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais
influentes beijassem seus lábios,
e os menos importantes as mãos.
Os súditos podiam beijar apenas os pés.
Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum,
entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
História da Sexta-Feira
13:
“O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o
número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12
tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do Zodíaco. Já o 13 é considerado
um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus
foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana
de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.
Triscaidecafobia é
um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia)
é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.”
Agora imagina juntar tudo isso num dia só?! Imagina minha
satisfação!
Ainda mais em um dia como hoje que pra mim foi pra lá de
especial. Amanhã inicia-se uma nova etapa da minha vida. Novos projetos, novo
modo de ver a vida, novas atitudes, novas conquistas, acompanhado é claro das
melhores pessoas!
Bom Fim de semana a todos!
Ives Accosta
Fonte de pesquisa: Wikipedia
Esmola e comida para pedintes. Dar ou não dar?
Hoje eu acordei indignado e com mais uma polêmica do nosso
cotidiano.
Sou muito centrado nas minhas decisões, muito disso puxei da
sensatez que minha mãe me passou, de seu caráter.
Eu não dou nem dinheiro e nem comida a pedintes, na rua ou onde
for. Muitos vão me achar que não tenho coração, nem princípios. Mas é
justamente o contrário. Meus princípios não me permitem a isso e isso vem de
muito longe!
Lembro-me de uma época, tão distante quanto (sic), lá pras
bandas do Cruzeiro Novo, URV (meu Deus to velho assim?), em que tinha meus 7 ou
8 anos, eu e minha mãe na calçada esperando ônibus na Leopoldino de Oliveira,
quando um senhor pediu dinheiro à minha mãe. Enfim ela deu e ai que vem o pior.
O danado do homem simplesmente gritou com minha mãe e disse pra ela que aquilo
era esmola, pouca coisa. Lembro como se fosse hoje. Fiquei revoltado e nunca
mais aquilo saiu da minha cabeça.
Outros episódios aconteceram, entre eles, em dar dinheiro
para comprar comida e eu ver comprando carotinho, ou dar a comida e o pedinte
falar que não é porco pra comer sem carne e por ai vai.
Mas ontem foi o pior. Ao chegar do Voley com meus amigos,
reparei que em frente de casa tinha um prato de comida e um copo de plástico e
um gato comendo um pedaço de salsicha. Logo pensei: “Fizeram macumba pra
família”. Entrei e indaguei minha mãe, quando vem a resposta de que foi ela que
deu para um senhor que havia passado com fome e então ela fez uma mistura e lhe
entregou com um copo de COCA-COLA.
Quase enfartei e disse: “Poxa Mãe, Coca-cola? Tem um gato
comendo a salsicha lá mãe”.
O infeliz nem pra comer a salsicha. Mas a coca tomou toda.
Que fome é essa? Pra que pedir se não comer?
Poxa, tirar da minha família, do meu sustendo, do nosso suor
pra isso?
Quem é o ruim da história? Eu que não dou o dinheiro ou a
comida ou ele que compra cachaça ou joga a comida fora?
Sei que estou cometendo um pecado, porque o que a mão
esquerda faz, a direita não precisa ficar sabendo, porém isso me entristece.
Será que o próximo eu vou poder dar sem ter medo de que jogue fora?
Enfim, ainda tenho minhas dúvidas e acredito que há outras
formas de caridade que se possa fazer sem ser essa narrada.
Ives Accosta
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Desabafo de um Desaparecimento
Essa semana virou febre no Facebook sobre o desaparecimento de uma garota, num bairro aqui em Uberaba chamado Valim de Melo.
No começo é tudo preocupação etc, etc, etc ainda mais de uma garota de aparentemente 11 anos. Mas aos poucos os fatos vão aparecendo e sendo esclarecido e isso me deixou pensativo, da forma com que os pais criam seus filhos de hoje e pior, a forma como a escola lida com isso no dia-a-dia.Hoje em dia, (não digo o caso pois não conheço profundamente) muitos pais transferem o ato de educar para a escola e a escola, tida como segundo plano do Governo, não tem o que fazer, pois essa transferência de responsabilidade não é totalmente sua.
Agora voltando ao caso específico, vou dar meu ponto de vista sobre. O que me deixou extremamente irritado.
Em reportagem ao um jornal local, a mãe disse que regulava os horários da filha e que ela era de poucos amigos. Porém a filha faltou 11 dos 20 dias letivos do mês anterior, sem que a mãe soubesse, sem que a escola comunicasse a família e sem que ao menos um "verdadeiro" amigo desse importância a isso. E ainda tem um agravante, a mãe não percebeu, que ao menos no dia do desparecimento, a filha havia ido sem material escolar para a escola. Pelo menos foi assim que entendi na entrevista.
Agora me responde, a mãe que disse regular os horários da filha, não acompanhava a atividade escolar da mesma? isso é obrigação de pai. Minha mãe fazia isso todos os dias comigo. Olhava tarefas, se tinha copiado matéria do quadro e etc. Porque a escola não comunicou a família sobre as faltas frequentes da mesma?? E esses poucos amigos que ela devia ter? Nenhum ia na sua casa ou se preocupava com suas frequentes faltas??
Agora vem o desfecho.
Ontem a garota ligou pra mãe de número confidencial e disse que estava na casa de uma "amiga" (muito amiga por sinal), dizendo estar "bem" e que não tinha previsão de voltar pra casa. E a mãe dessa amiga?? como que ficar? Vai permitir isso? E que amiga é essa? De quem é a responsabilidade?
Essa é a grande pergunta. Como era o convívio dessa menina com a família?? A Polícia Civil entrou no caso, lógico. Em breve veremos os desdobramentos. Fatos como esse que deixam casos sérios de sequestro, desacreditados...
Ives Accosta
Marcadores:
desabafo,
desaparecimento,
Sequestro
Local:
Uberaba - MG, Brasil
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Interrupção da gravidez de anencéfalos
Começou
hoje, no STF (Superior Tribunal Federal), um debate muito polêmico
que envolve aborto. Mas esse debate hoje é mais complexo ou não dependendo do
ponto de vista. Trata-se do aborto de crianças anencéfalas, bebês que nascem
sem cérebro.
No
Brasil, aborto é crime, sendo permitido apenas em duas situações, em caso de
estupro e risco de vida materna. Caso seja votado a favor, abriria-se uma
terceira via que é a má formação cerebral do feto.
A
polêmica gira em torno de que, sobre a opinião da Confederação Nacional dos
Bispos do Brasil (CNBB), entre outros órgãos religiosos, é de que "o princípio mais importante é o de que a vida deve se
encerrar apenas de forma natural."
Já a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS),
defende o aborto quando há má formação cerebral na gestação e foi através dessa
entidade que essa ação chegou ao STF em 2004.
Outro
ponto polêmico é de que Juristas apontam que a vida acaba quando há morte
cerebral. É a partir desse princípio que se autoriza a doação de órgão e
desligamento de aparelhos daquelas pessoas que estão em CTI, UTI ou
morte instantâneas.
A partir
desse princípio que os juristas entendem que, como o anencéfalo nunca teve vida
cerebral, ela juridicamente não está viva e não são a favor da terminologia
aborto, preferindo então "interrupção
da gravidez" ou "antecipação do parto".
Vamos lembrar que essa votação histórica, significa que dá o
direito da mãe escolher se quer ou não interromper a gravidez, sem que precise
recorrer ao judiciário. Vai de sua decisão, interromper ou fazer o parto e
completar o ciclo até que a criança "morra naturalmente."
Essa é uma situação muito complexa, pois as decisões,
independente de qual for, são muito dolorosas para a mãe. Primeiro que se ele
continuar e quiser completar o ciclo, na grande maioria das vezes a criança
morre na mesma data do nascimento, sendo raro quando duram dias ou semanas. Sem
essa votação, a mãe teria que passar pelo "constrangimento", vamos
assim dizer, de ter que fazer o atestado de nascimento e o atestado de óbito da
criança, em alguns casos o atestado de natimorto, que é quando a criança já
nasce morta.
Segundo que se ela decidir pelo aborto, ou melhor, dizendo,
pela antecipação do parto, de certa forma se gera um conflito e rompe-se
aquela expectativa de ser mãe, entre outros transtornos, porém evita
riscos à saúde da mãe.
Não quero expor aqui minha opinião, pois como em outros temas,
é um tabu muito grande a ser discutido. A intenção é informar e deixar
claro que temas como esses devem ser discutidos com a sociedade, para que nos
tornemos cada vez mais democráticos.
Ives Accosta
Fontes de pesquisa:
http://www.ufrgs.br/bioetica/abortobr.htm
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/04/11/comeca-sessao-para-julgar-interrupcao-da-gravidez-de-anencefalos-no-supremo.jhtm
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE83A08W20120411
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